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APROVEITAMENTO DO LIXO

APROVEITAMENTO DO LIXO

24/02/15

19/02/2015

Lixo pode ser uma solução econômica e social

A destinação correta de resíduos sólidos não é uma questão meramente ambiental.

O lixo, ao invés de um problema da sociedade, deve ser encarado também como um nicho de oportunidades econômicas e sociais. Se é corretamente separado, coletado e chega ao destino final de forma adequada, pode gerar renda, energia, matéria-prima para indústria e ser um indutor de inclusão social.

Nesse sentido, o País criou e aprovou a Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 2010, para ajudar a definir diretrizes e estabelecer metas. Entretanto, poder público e empresas ainda patinam para cumprir as normas determinadas.

A reportagem de capa do caderno Logística, encartado nesta edição, traz dados que ilustram o problema. Os lixões a céu aberto deveriam ter sido extintos até o final de 2014, entretanto, ainda existem em todo o Brasil.

Outro caso é revelado pela Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), que informa a impressionante marca de 20 mil toneladas de lixo que deixam de ser coletados diariamente no Brasil.

Enquanto isso, a geração de resíduos sólidos aumenta mais do que o crescimento demográfico, ou seja, o brasileiro está produzindo cada vez mais lixo. Diante de tudo isso, fica evidente que a definição do que será feito com os resíduos é um desafio importante a ser enfrentado por todos.

Ao mesmo tempo, pode ser encarado com um exemplo emblemático de como é possível cada um fazer a sua parte, pois o lixo envolve as empresas, os cidadãos e o poder público. Em todos os casos, há muito a melhorar.

As corporações podem aplicar na prática a chamada logística reversa, responsabilizando-se pelos resíduos gerados. Ao invés de um simples custo, a medida pode se tornar um diferencial da marca.

Também, em alguns casos, é possível reduzir a quantidade de embalagens, sem desmerecer o produto.

Na indústria, há belos exemplos de investimento para reciclar os resíduos ao invés de destinar a um aterro sanitário especial, o que permite a geração de matéria-prima para outros setores, como a agricultura, e para a própria indústria.

O cidadão também tem aí uma grande chance de fazer a diferença, sem depender de governantes. A começar pela separação correta do lixo. Porto Alegre é pioneira na coleta seletiva, entretanto, não é difícil perceber que boa parte população não ajuda como deveria.

Até em condomínios fechados de alto padrão se observa garrafas pet, papelão e outros materiais recicláveis colocados na rua no dia de coleta de orgânicos.

E nos bairros centrais, onde há contêineres para armazenar esse material, também falta paciência para esperar o dia certo da coleta seletiva, pois em quase todos esses recipientes há farto material reciclável, o que, em parte, é aproveitado por catadores.

O poder público, por sua vez, pode aproveitar o lixo para criar políticas públicas importantes, como a integração social e a geração de trabalho e renda para quem queira atuar com reciclagem de lixo doméstico.

Isso sem falar em outras alternativas mais ousadas, como usar os resíduos orgânicos para a geração de energia, iniciativa que começa a avançar no País.

Enfim, o lixo, mais do que um problema, é uma oportunidade que deve ser aproveitada.

Por Jornal do Comércio – RS

Fonte: Jornal do Comércio - RS

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