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CONSTRUÇÃO CIVÍL E A SUSTENTABILIDADE

CONSTRUÇÃO CIVÍL E A SUSTENTABILIDADE

21/11/13

Construção civil se prepara para a sustentabilidade
Rumo a práticas menos impactantes ao meio ambiente, um número crescente de governantes e empresários do setor da construção civil está enxergando com mais clareza a necessidade e o grande potencial das mudanças nos modelos de concepção, design, uso e funcionamento de edificações.

O impacto do setor vem fazendo soar um sinal de alerta: cerca de 40% das emissões de CO2 no mundo são causadas por edifícios. No Brasil, as construções consomem 44% da energia gasta no país, sendo que 22% acontece em uso residencial, 14% em comercial e 8% em prédios públicos.

Apesar desse péssimo rastro que a construção civil deixa no meio ambiente, a “luz no fim do túnel” para minimizar os danos ambientais está justamente no desafio de empregar sustentabilidade nas edificações. Com isso, todos os atores saem ganhando, seja o setor produtivo, governo ou cidadão. “Ao incentivar a sustentabilidade nas construções, pode-se ter uma economia de 40% de água e 30% de eletricidade, ao se investir de 3 a 5% do valor do imóvel em tecnologias ambientalmente saudáveis”, defende Marcelo Takaoka, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS).

Vale destacar também que um estudo do Banco Mundial, publicado em 2008, mostra que o aumento da eficiência energética nas construções existentes pode reduzir o consumo atual de energia em 25% ou mais em países emergentes como Brasil, Índia e China, economizando centenas de milhões de dólares e evitando a emissão de milhões de toneladas de gases efeito estufa.

  • Conheça o que outros países estão fazendo em relação ao tema no plano internacional.

No Brasil, em direção a esse novo modelo de construção, vem ocorrendo, ainda a passos lentos, uma movimentação por parte do setor produtivo e do governo. Diversos eventos estão sendo realizados para discutir as bases da construção sustentável e suas implicações e alguns governos locais já possuem programas, legislação e acordos para esse fim.

No que se refere ao Governo Federal, a primeira iniciativa de porte foi lançada apenas em abril de 2009, com a criação do programa Minha Casa, Minha Vida, destinando R$ 34 bilhões para a construção de um milhão de residências. Com o programa veio o anúncio de que estratégias de construções sustentáveis seriam aplicadas à iniciativa. Contudo, apenas o uso de madeira legal é compulsório, sendo que a instalação de painéis solares para aquecimento de água será apenas estimulada.

Pronto pra começar

Marcelo Takaoka afirma que boa parte da tecnologia necessária para que o setor da construção civil no país adapte e mitigue as mudanças climáticas já existe. O que falta é disseminação de conhecimento e informação, tanto para o publico consumidor, quanto para as incorporadoras, construtoras e administradoras prediais. “Aqui no Brasil, o setor está se mobilizando aos poucos, mas esse movimento é exponencial e a freqüência de eventos para discutir essa temática está aumentando em todo o país – já está entendido que é preciso agir”. Takaoka aposta ainda que em menos de dez anos será possível alcançar um estágio de amadurecimento da construção civil sustentável no Brasil.

Para que isso aconteça, o professor da Universidade de São Paulo, Vanderley John, afirma que mudanças no setor devem partir de uma ação coletiva, unindo governo e sociedade. “É preciso que empresas, engenheiros e arquitetos mudem a forma de fabricar materiais e construir. Precisamos formar engenheiros capazes de desenvolver tecnologias sustentáveis. Já o governo precisa incentivar essa inovação por meio de políticas”, provoca.

Ao poder público cabem os importantes papéis de indutor de políticas, de regulador e de estimulador de inovações tecnológicas para o setor. “Pode-se considerar, por exemplo, incentivos fiscais para empresas, construtoras e para a população em geral, e também começar a cuidar do dever de casa, como optar por fazer compras e licitações voltadas para a construção com alta eficiência”, volta a ressaltar Takaoka.

Laura Valente, diretora do Iclei – Governos Locais pela Sustentabilidade concorda: “O país é carente de mecanismos de incentivos. Alguns governos locais, estados e municípios, estão se mobilizando, como vemos em São Paulo e em Minas Gerais, que já possuem legislações específicas, por exemplo, mas recentemente o Governo Federal retirou o IPI de diversos materiais de construção, então por quê não retirar também o IPI de materiais sustentáveis? Por quê não incentivar as incubadoras que estão trabalhando com inovação tecnológica?”, questiona.

Nesse ponto cabe ressaltar que, em outubro de 2008, foi assinado, em São Paulo, o Protocolo da Construção Civil Sustentável. A iniciativa é uma cooperação entre o estado, a Federação das Indústrias de SP e alguns sindicatos e associações, com o objetivo de incentivar a sustentabilidade do setor.

Por meio do acordo, as partes que aderirem ao protocolo se comprometem a orientar os empreendedores a cumprirem a legislação ambiental e a introduzirem critérios socioambientais em suas atividades. O texto do protocolo diz ainda que, em contrapartida, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente pretende “aprimorar o processo de licenciamento visando à diminuição dos prazos”, apoiar a capacitação do setor produtivo no que se refere à legislação e aos processos de licenciamento, investir em obras públicas verdes e emitir um certificado de conduta ambiental.

De acordo com Laura Valente, para a consolidação do setor de construções sustentáveis, é preciso estimular o diálogo, a integração dos setores, apontar alternativas que já são aplicadas mas que precisam de incentivo, e trocar experiências exitosas. “Afinal, já conseguimos observar uma mudança de pensamento, mas queremos ver na prática como isso pode se concretizar”.

Ela afirma ainda que apesar de já existirem muitas iniciativas de legislações, protocolos e acordos, uma queixa comum do setor produtivo é que os governos ainda focam em mecanismos de controle e punição, mais do que nos de incentivo ao bom comportamento.

Fonte: http://www.mudancasclimaticas.andi.org.br/node/1042?page=0,1

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